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DEPOIMENTO JOSE MANUEL CRESPO

Agradeço sua gratidão Jose Manuel Crespo, por você ser uma grande profissional na Argentina e de muito sucesso e por ter acreditado que era possível, FOI LÁ E FEZ. FELIZ COM SEUS RESULTADOS QUE COMPROVAM QUE ESTAMOS NO CAMINHO CERTO

jose manuel

Despues de un dia como hoy quiero decirles a los Lideres Deportivos Saludables que para tener clases llenas debemos tener amor en nuestros corazones, amor al projimo y sentir que lo que estamos haciendo es ayudar a otro par a ser felíz , saludable , mejorando su autoestima , estamos aqui para servir a las personas , tratando a todos como tratamos a aquellos que consideramos importantes , hoy debemos saber que nuestro objetivo está en el sillón comiendo y viendo tv o en la compu o con su celular mas de 2 hs sin moverse , estamos preparados para hacer la diferencia en la vida de nuestros vecinos !! Esto lo aprendí de mi mentora Marynês Freixo Pereira abrazo enorme desde jujuy argentina !!

Por que ninguém me valoriza?

Apresento um case real, mas asseguro que não é único, existem muitas pessoas passando pelo mesmo problema de desvalorização no trabalho. Vale a reflexão.
valoriza instagram

Por que ninguém me valoriza? Por que na minha empresa, ninguém percebe que eu sou o melhor para esse cargo? Por que contratam profissionais de outros mercados sendo que tem muita gente competente na empresa? E assim, eu comecei , mais uma sessão  de Neurocoaching  com Felipe, nome fictício.

Felipe tem 35 anos, muito inteligente , faz cursos no Brasil e no exterior fala inglês, fluentemente, tem MBA , vive atualizado com o que há de mais inovador. Essas perguntas que ele me fez precisam de reflexões, abrindo duas hipóteses , como por exemplo:

  1. Análise real do cenário atual, que pode ser desfavorável.
  2. Felipe ser o problema e por isso, não consegue avançar na carreira

Para que você entenda o contexto em que vivemos, apresentarei o cenário atual.

Fazemos parte de um povo que foi colonizado pelos meus conterrâneos e que aqui vieram para explorar. Mandaram para cá a escória portuguesa formada por vigaristas e bandidos e que foram exilados numa prisão chamada Brasil, muito diferente da colonização americana, onde ingleses foram para morar e constituir uma nação.

Isso, explica, em parte, porque alguns países evoluem, crescem, tem orgulho da própria nação e outros vivem, ano após ano, se debatendo contra corrupção, a violência e a exploração.

Talvez, graças à nossos colonizadores extrativistas, o DNA da nossa população contenha o tal  “jeitinho brasileiro”, inclusive, recentemente estudado pelo filósofo e pesquisador Michael Sanders.

Entre outras características desse DNA, existe a mania de achar que tudo que vem de fora do país é melhor; aliás , a corte portuguesa já trazia tudo da Inglaterra para servir os portugueses que reinavam o nosso país. Faz parte do inconsciente coletivo que se perpetua, geração após geração.

E o que isso tem a ver com o momento atual? TUDO.

Analise a reclamação de Felipe. Assim como ele, existem vários outros e outras Marias, Joanas que estão inseridas no contexto de uma empresa que não as valoriza e que no exato momento de dar uma promoção, contrata profissionais de outro mercado ou traz consultores para resolver problemas que a própria equipe teria condições de fazê-lo, se o líder fosse preparado e tivesse as ferramentas para despertar em sua equipe, a vontade de participar e propor soluções.

O que ocorre, em algumas empresas, é que as  relações trabalhistas são de exploração, dado o DNA histórico e  apesar de todas as leis. Isso, não só da parte da empresa, mas, também , de muitos funcionários que se apropriam da posição de vítimas diante de um juiz que sempre acha que o vilão é o empresário.

Precisamos interromper, em nossa mente, esse comportamento nocivo a nosso desenvolvimento. Sei que é difícil limpar esse paradigma de nossas mentes e que faz com que cada brasileiro desvalorize o que é seu , o seu país, o seu mercado, reforçando, desta maneira, o velho ditado popular: “a grama do vizinho é mais verde”.

Mas não é impossível, desde que cada um de nós tenha consciência desses atos perniciosos. Darei alguns exemplos de onde e como isso ocorre com mais frequência:

– Palestras : contratam a “peso de ouro” profissionais provenientes de outros mercados ou países e remuneram mal ou não pagam nada quem está inserido no mercado há anos. Situação, extremamente, constrangedora para os colegas que estão trabalhando, sem nada receber e em troca , como no tempo dos escravos, de prato de comida, alegando que os 30 minutos de glamour no palco é mais do que suficiente para pagar pela atuação, como se visibilidade pagasse as contas.

– Consultorias: entram nas empresas com um time de estagiários que mal representa o capital intelectual que a própria empresa detém-  anos de experiência, equipes competentes- e que ficam  reféns de consultores novatos que chegam com status de rei, pensando em “colonizar” a empresa, porém, ao final de um ano, em muitos casos, destroem a empresa e o moral da equipe que se sente desvalorizada por conta dessa atitude de um líder que em vez de olhar seu capital intelectual, prefere trazer gente de fora que ele mal sabe quem são.

As pessoas tem dificuldade em assumir que tem ao seu lado, em sua casa, empresa, cidade, país, pessoas competentes.

Como reverter essa situação?

1.Tendo consciência desse fato.

2.Antes de contratar qualquer profissional ou empresa, verifique o currículo, certificados, como vem atuando, quais resultados, comprovadamente, entrega. Não é porque é brasileiro que é uma porcaria e o outro por ser americano, é uma sumidade. Não é porque vem de uma empresa “blaster” que é melhor do que o profissional que está na sua empresa.

Primeiro passo, portanto, analisar os fatos, as conquistas e realizações de cada profissional, isento de julgamento rançoso de um DNA nefasto, histórico de povo colonizado que alguns costumam chamar de “síndrome do vira-latas”.

A segunda hipótese é o Felipe não saber se valorizar, já que como disse acima, ele tem um currículo espetacular mas que pode estar adotando comportamentos que o prejudicam no dia a dia da empresa, como , por exemplo, ser pouco sociável.

Por outro lado, conheço profissionais que são, desculpe o termo,  verdadeiras “antas”, ignorantes do que fazem e sem competência alguma, mas, tem um marketing e carisma que acaba convencendo todo mundo, afinal de contas, em reinado de povo colonizado, quem grita mais e fala mais bonito e gesticula de forma pensada, acaba ganhando voto; em contrapartida, os ponderados e tímidos, acabam perdendo espaço e oportunidades. Isso os políticos sabem muito bem.

O que ocorre quando o profissional não se valoriza ou não divulga suas conquistas? E quando incompetentes, mas que são articulados , falam mais sobre “nada” mas numa embalagem enganosa e manipuladora convence os “colonizados”?

Um profissional competente e estudioso como o Felipe, precisa de uma estratégia, que é o que estamos desenvolvendo nas sessões de Neurocoaching, para melhorar o planejamento de carreira, gestão de tempo, etc., mas, muito mais profundo do que isso, é elevar a  autoestima que está destruída por episódios onde foi desvalorizado em detrimento de outros, menos competentes do que ele.

Esses sentimentos de desvalorização e inadequação são reforçados, se ocorrem, também, na família, nos relacionamentos, nas amizades.

Em uma sociedade em que ser mediano é mais valorizado do que ser competente , pode ser, também, que Felipe por ser um profissional acima da média sofra discriminação que denomino de invejosa, pois, ao se destacar positivamente do meio que o cerca, chamando a atenção pela inteligência, pela forma de pensar e refletir sobre diversos assuntos, provoca ciúmes nas  “ovelhas do rebanho” empresarial que preferem que todos façam o mínimo possível, assim ninguém é melhor do que ninguém.

Os “Felipes” que são fora do que o “rebanho” espera, podem ser colocados de lado, justamente por serem melhores . Isso ocorrerá se não tiverem consciência desse fato  e deixarem o “rebanho” agir na surdina, o que é muito comum, já que pessoas do bem se preocupam em trabalhar e entregar resultados e pessoas do mal, em como destruir quem é melhor do que elas.

Apenas 2% da população se destaca e , provavelmente, se você que é parecido com o “Felipe” não souber se defender, pagará o preço do isolamento. Não fique assustado achando que se você for bem-sucedido irá perder todos seus amigos; na realidade, amigos mesmo de verdade, você não perderá, nem oportunidades. Com o tempo quem ficará no isolamento é o profissional arrogante e que proclama uma expertise que não tem e será, facilmente, desmascarado, pelo menos pelas pessoas mais inteligentes e que percebem logo o golpe do vigarista.

O que tenho a dizer aos “Felipes”?

Continuem na estrada, façam o que vocês acreditam que é importante, corram atrás dos seus sonhos e não desistam.

Pelo menos o Felipe que venho atendendo, está praticando através as sessões de Neurocoaching:

  1. Ensaio mental
  2. Reprogramação do mindset
  3. Reconstrução da autoestima valorizando o trabalho e as conquistas
  4. Agradecimento às pessoas que o ajudaram
  5. Ampliando a consciência para os pontos a serem mudados

“Felipe” você já deu o primeiro passo. Parabéns.

Desejo a liberdade e o sucesso merecido a todos que passam pelo mesmo problema que o Felipe.

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Fique blindado para os desajustes emocionais de seu chefe

desajustes do chefe

 

Nos dias atuais, apesar de todo o desenvolvimento nas áreas jurídicas, humanas e de relacionamentos nas empresas , o assédio moral de chefes é mais comum do que imaginamos, especialmente, em países de terceiro mundo, cuja impunidade para crimes muito maiores, ainda existe, o que dirá para punir rompantes neuróticos de um chefe desequilibrado que atua na política da PANCADA E GRITO.

Nas sessões de Coaching o que mais escuto de meus clientes são os desafios que enfrentam para lidar com CHEFES DESEQUILIBRADOS.

Tive a oportunidade de conversar com James Hunter, autor do livro famoso “ O Monge e o Executivo” que trata, exatamente ,do assunto Liderança e perguntei a ele se esse descompasso entre Líder e Liderado era maior no terceiro mundo? E ele respondeu que o tema Liderança é preocupante em todo o mundo e que temos mais maus exemplos do que é SER LÍDER do que bons e que ainda teremos muito trabalho pela frente antes que a crença na  PANCADA E GRITO ( expressão usada por mim) seja extirpada do “modus operandi” da maioria das pessoas em cargo de Liderança.

Cabe aqui ressaltar que alguns autores distinguem Líder, de Chefe.

Chefe: com sistema de gestão da era industrial, ultrapassado, cujos indicadores de resultados são apenas os numérico-financeiros e pouco se importam com as pessoas. Busca poder, status e prestigio, a qualquer preço.

Líder – sistema de gestão participativo e progressista, acredita estar na  posição para servir e fazer seu time evoluir e conquistar resultados e crescimento profissional.Seus indicadores contemplam todos os numérico-financeiros e também, o IFB ( índice de felicidade bruto) além dos indicadores de EQUIPE, CLIENTES E PARCEIROS/FORNECEDORES. Sua visão é bem mais ampla do que a do CHEFE. Acredita em PROGRESSO COM AS PESSOAS.

O CHEFE rude, grosseiro, centralizador, que pune, que não elogia,que grita, enfim, todos os componentes para um bom processo por assédio moral, OBTEM OS PIORES RESULTADOS quando comparados a estilos de liderança mais progressistas. Mas cuidado esse tipo de CHEFE é campeão em MANIPULAR RESULTADOS, e acaba dando a falsa impressão de que seu estilo DURÃO é mais eficaz do que os dos demais.

Apesar de toda a luta inicial de Peter Drucker  por uma gestão mais humana e seus seguidores como  o próprio James Hunter,Stephen Covey, Bill George, Jim Collins, enfim todos estudiosos que através de pesquisas analisaram durante anos  o comportamento dos Líderes  e os resultados das empresas, ainda temos que conviver com esse tipo de GESTOR.

AINDA, EM PLENO SEC XX,observamos , especialmente no terceiro mundo,existirem mais CHEFES  do que LÍDERES e que pensam :”que se  danem os outros que são meras engrenagens para conseguir o que quero”.

Possivelmente, muitos de vocês devem trabalhar para um CHEFE que se comporte de maneira inadequada , pois, é portador de crenças como as acima mencionadas e que alguns de vocês deve denominar de chefe IDIOTA, BABACA , DITADOR , DESEQUILIBRADO.

 

Se este for o seu caso ou de algum amigo e parente, seguem algumas dicas para você que AINDA NÃO TEM COMO SE LIVRAR DESSE TIPO DE CHEFE, mas que não quer acabar com seus dias, nem seu estomago, nem sua alegria e felicidade e EU ASSEGURO QUE FUNCIONAM ,  basta você seguir alguns passos :

 

  1. ELE(a) É DOIDO(a) ISSO É FATO. Nenhuma pessoa normal, dotada de faculdades mentais equilibradas sai por ai gritando, xingando, mesmo que em situações de alta pressão e estresse. Quem age assim é desequilibrado emocionalmente, tem problemas de autoestima e autoconfiança. Age assim, da mesma maneira que um animal que demarca território com sua urina.

O que fazer quando ele (a) está nesse estágio? Pense que não é com você, ele deve ter algum problema, espere o “ acesso” passar. Não absorva todas as atitudes insanas de seu chefe como um ataque pessoal, afinal, ele não lhe conhece direito e não tem motivos para agir assim, certo? Não fale nada e mantenha a sua estabilidade emocional. NÃO ENTRE NA ENERGIA DELE. O que ele quer, de fato, é lhe VAMPIRIZAR removendo todas as suas energias e se ele perceber que você ficou deprimido, ai sim, ele vai tripudiar sobre a  sua cabeça. Deixe-o falar ( descarregar a raiva) , anote e depois quando ele(a) estiver mais calmo, volte com a solução proposta.

2. SERÁ QUE É UM BOM MOMENTO? Muitas das discussões ocorrem e são desnecessárias, por falta de sensibilidade do outro para perceber se aquele é um bom momento para iniciar uma conversa com o CHEFE.

Como saber? Bem, infelizmente o seu CHEFE não vem dotado daqueles dispositivos de churrascaria que você aciona sobre a mesa : VERDE = QUERO, POSSO e VERMELHO= NÃO QUERO E NÃO POSSO. Muitas vezes ele fecha a porta da sala ( se é que em algum momento ele deixa a porta aberta) e isso pode significar NÃO POSSO, NÃO QUERO. Definitivamente, não é hora de falar depois de uma reunião onde discutiram números e resultados baixos, ou após uma notícia terrível, demissões em massa, etc. Espere os ânimos acalmarem. Também, não é a hora para propor soluções mirabolantes tentando parecer solicito ao problema da empresa, mas que na realidade irão aumentar mais ainda os gastos com resultados poucos comprováveis e  alto risco. Anote tudo e espere o momento mais calmo.Controle a sua ansiedade de querer apresentar a solução no momento errado.

3. ELE (A) NÃO É UM DOS NOSSOS. Essa frase é comumente usada quando o CHEFE é contratado no mercado, isto é, não fez carreira na própria empresa. Isso não deveria ser um problema, mas se o tal CHEFE CONTRATADO  chega na empresa querendo provar seu poder, se ele manda embora todos os cargos de confiança e coloca a sua TURMINHA, procura ressaltar como ele e só ele tem “ MORAL” com o dono da empresa e para piorar   , ainda maltrata as pessoas, desconsidera os mais velhos, os mais antigos colaboradores e faz questão de tomar todas as decisões sozinho, ai sim temos o MAPA DO INFERNO. Tem gente que ainda acredita que SÓ FAZENDO CARA DE MAU dará resultado, mas na realidade sabemos que esse comportamento exacerbado visa esconder uma grande insegurança e baixa autoestima.

Como agir? Bem, sei que é difícil manter a calma  vivendo uma situação dessas, eu mesma passei por isso e vivi todas as armadilhas que uma pessoa assim pode armar , pois, pessoas assim que são do  mal  JOGAM UM JOGO SUJO  e que você nem sempre está atento, e muitas vezes não é a sua linguagem.

OBS.: NEM TODAS AS PESSOAS QUE VEM DE OUTROS MERCADOS SÃO DO MAL.

Mas, ALERTA TOTAL se ele(a) tentar ser seu amiguinho(a), lhe convidar toda hora para um café e ficar lhe confidenciando coisas. Ele(a), na realidade ,está tentando saber mais sobre a empresa e sobre você, especialmente, seus pontos fracos para usar na hora certa e lhe dar um “chequemate”, ainda mais se você tem boas relações com o dono da empresa e com a equipe.Mantenha a distância e sempre tenha outras pessoas nas conversas , como testemunhas, evite falar com ele(a) à sós, pois, nesses momentos ele (a) aproveita para descarregar toda a raiva e insegurança , fazendo ameaças que você não tem como comprovar. O jogo dele(a) é psicológico.E ele(a) tem a maior paciência e “cara de pau” do mundo para esperar o momento certo para “dar o bote”, pois, sabe que pessoas do BEM estão sempre DISTRAÍDAS.

4. ELE(A) ESTÁ NO MEU PÉ! Todos os comportamentos acima representam assédio moral. Parece que tem gente tão covarde que prefere agir assim , estraçalhando moralmente o outro; usa e abusa ao propor metas impossíveis;recursos escorregadios e incoerentes, mas cujo objetivo é fazer com que a sua “vítima” se sinta tão mal que queira sair desse ambiente o mais rápido possível.E assim o algoz pode ganhar alguns pontinhos com a empresa, pois, economizou alguns trocados na rescisão do contrato da vítima, afinal “foi ela quem pediu demissão”. Usa doses homeopáticas e sutis de um remédio amargo que vai deixando suas marcas COMO UM TORTURADOR  , pois, o seu comportamento  é velado já que o protagonista do assédio moral  não enfrenta o problema de frente , não fala “olho no olho”, ele usa de MANHAS E ARTIMANHAS, minando o emocional de sua vítima.Fica em marcação cerrada criticando o trabalho, conferindo horário de entrada e saída e fazendo um controle usado por pais de  adolescentes que querem saber onde seus filhos estão e o que estão fazendo.

Como agir? Nada de chorar pelos cantos, afinal ficar acuado pensando em garantir seu emprego é a pior coisa a fazer, pois, a sua situação só vai piorar nesse ambiente e o máximo que você vai conseguir com seu silêncio é acrescentar alguns meses à sua permanência na empresa , antes de ser demitido ou pedir demissão. E como você estará emocionalmente abalado, poderá começar a cair seu desempenho e ai sim estará dando motivos para que todos acreditem que a sua saída será a melhor solução, afinal ,você anda desanimado e sem dar resultados. Não avise, não programe, apenas encare seu algoz no momento em que ele lhe aplica seus golpes baixos e o faça na frente de quem estiver por perto  e com toda a segurança, fale: POR QUE VOCÊ ESTÁ ME TRATANDO DESSA MANEIRA TÃO RUDE? PODERIA ESCLARECER O QUE EU FIZ PARA MERECER ESSE TRATAMENTO? Podemos conversar abertamente? NÃO ESTOU ENTENDENDO O SEU COMPORTAMENTO.

Desta maneira você demonstra confiança e segurança e põe fim à “guerrinha de nervos” ou seu algoz pode partir para uma atitude mais profissional e explicar o que espera de você ( isso é o que uma pessoa normal faria ao ser desmascarada) .Além é claro, de passar a respeitá-lo(a) como pessoa e profissional.

Bem, acredito que enquanto você não pode TROCAR DE CHEFE ou abrir seu próprio negócio, essas 4 atitudes devem melhorar e muito o AMBIENTE DE TRABALHO e a sua SAÚDE MENTAL E EMOCIONAL porque tentar mudar seu chefe, não depende de você e sim dele mesmo querer.

Vale lembrar que pode ser que seu CHEFE nem tenha consciência de que está agindo assim e se ele for do BEM, vai mudar , com certeza.

Sucesso na sua empreitada.Conte comigo.

Mande seu depoimento, ficarei feliz em saber que conseguiu superar esse problema.